Conforme comenta o Dr. Bruno Rodrigues Quintas, o Imposto de Renda é uma contribuição obrigatória que incide sobre os rendimentos dos cidadãos brasileiros. Atualmente, a faixa de isenção é aplicada a quem ganha até R$ 2.259,20 por mês. Contudo, o governo federal propôs um novo projeto de lei que amplia essa isenção para rendas mensais de até R$ 5 mil, além de oferecer descontos parciais para rendas entre R$ 5 mil e R$ 7 mil. Com isso em mente, a seguir, entenderemos como funciona a isenção do Imposto de Renda e as possíveis mudanças com o novo limite proposto.
Como funciona a isenção do Imposto de Renda atualmente?
Atualmente, os contribuintes que possuem rendimentos mensais de até R$ 2.259,20 estão isentos do pagamento do Imposto de Renda, de acordo com o advogado Bruno Rodrigues Quintas. Acima desse valor, as alíquotas são progressivas, variando conforme a faixa de renda. Assim sendo, essa estrutura busca garantir que aqueles com menor capacidade contributiva não sejam onerados pelo tributo, enquanto os que possuem rendas mais elevadas contribuam de forma proporcional.
Ademais, existem outras situações que garantem a isenção do Imposto de Renda, como doenças graves listadas pela legislação, aposentadoria por invalidez e rendimentos de cadernetas de poupança. Desse modo, essas exceções visam proteger grupos específicos e assegurar justiça tributária.
O que propõe o novo projeto de isenção para rendas de até R$ 5 mil?
Isto posto, o governo federal enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para rendas mensais de até R$ 5 mil. Se aprovado, essa mudança entrará em vigor a partir de 2026 e beneficiará milhões de brasileiros que passarão a não ter mais o desconto do imposto em seus salários, como menciona o Dr. Bruno Rodrigues Quintas.

Essa proposta representa um avanço significativo na política tributária do país, buscando aliviar a carga tributária sobre os trabalhadores e aumentar seu poder de compra. Aliás, a medida também visa corrigir distorções existentes na tabela do Imposto de Renda, que não acompanhou a inflação nos últimos anos.
Quais serão os descontos para rendas entre R$ 5 mil e R$ 7 mil?
Por fim, como mencionamos, para os contribuintes com rendas mensais entre R$ 5 mil e R$ 7 mil, o projeto prevê descontos parciais no Imposto de Renda. Segundo o advogado Bruno Rodrigues Quintas, a redução será progressiva, conforme o valor da renda. Por exemplo, quem ganha R$ 5.500 por mês terá um desconto de 75% no imposto devido; rendas de R$ 6 mil terão desconto de 50%; e quem recebe R$ 6.500 contará com uma redução de 25%. Assim sendo, a partir de R$ 7 mil, não haverá desconto.
Essa estrutura de descontos parciais busca tornar o sistema tributário mais justo e equilibrado, garantindo que a carga tributária seja proporcional à capacidade contributiva de cada indivíduo. Além disso, espera-se que essa mudança estimule o consumo e contribua para o crescimento econômico do país.
Uma mudança promissora, mas que ainda precisa passar pelo Congresso
Em conclusão, a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para até R$ 5 mil mensais representa uma mudança importante na política tributária brasileira. Uma vez que essa medida beneficiará milhões de trabalhadores, aumentando sua renda líquida e poder de compra.
Sem contar que, os descontos parciais para rendas entre R$ 5 mil e R$ 7 mil tornarão o sistema mais justo e equilibrado. No entanto, conforme ressalta o Dr. Bruno Rodrigues Quintas, é importante acompanhar a tramitação do projeto no Congresso Nacional e as possíveis alterações até sua aprovação final.
Autor: Maxim Fedorov
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital